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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Algo Sobre Ataques Astrais

Muito se fala em ataques astrais causados por outros ocultistas, a maioria dos atuais praticantes tem pouca capacidade destrutiva e se utilizam de rituais simples para causar a inconveniência alheia. Criação de vermes, qsydjin, criação de elemental artificial, canalização de vontade, são os favoritos da garotada, pois são simples e não causam efeitos devastadores ao ponto de causar arrependimento.

Quanto à eficácia eu poderia dizer que servem apenas para irritar, a priore claro, e em alguns ocultistas mais experientes serviriam apenas de alerta de que alguém está mordendo mais do que pode engolir.

Mas como isso funciona? como essas larvas funcionam, como elas infectam a sua energia e o que você vê?

Seria muito fácil se pudéssemos ver uma grande sanguessuga correndo na nossa direção, porém não é assim que acontece, assim como succubus tem toda uma parafernália visual pra atingir seus alvos, os vermes também tem um sistema de funcionamento.

Como funciona um verme:

Vermes funcionam da seguinte forma, normalmente são criados por outro ocultista ou por uma entidade, esse por sua vez lança sua criação em outro ser com potencial de criação energética, ou seja algum ser que não precise se alimentar da energia de outros para sobreviver.

O verme então "gruda" na vítima para absorver a sua energia, e em alguns casos fundir a sua própria (gerada durante o ritual de criação) com a do alvo, gerando energia infectada e danosa.

Nesse texto vamos tratar apenas da espécie parasita, ou seja apenas os que absorvem energia. Os ataques desse tipo de criatura normalmente são identificados a partir dos sonhos da vítima e em algumas mudanças de comportamento.

Tipos de ações para a geração de energia:

Ódio: A pessoa passa a ter sonhos irritantes ou que o obriguem a utilizar de violência, sonhar frequentemente com brigas e discussões, campos de batalha e assassinatos. Sonhos extremamente lúcidos e que a pessoa provavelmente irá guardar na memória após acordar. No quesito comportamento temos a irritabilidade aguçada, falta de paciência e necessidade de imposição.

Dor: A vítima passa a ter sonhos em que a dor é o grande diferencial, uma dor quase física pode ser sentida durante o sono, torturas, desmembramentos, cirurgias sem anestesia, ingestão de objetos cortantes ou pontiagudos e até acidentes domésticos costumam aparecer enquanto a vítima dorme. No comportamento temos uma hipersensibilidade a calor e frio e receio de se ferir aguçado.

Repulsa: O meu favorito e provavelmente o mais comum a ser utilizado, a vida não te prepara a resistir à sua repulsa e sim repudiá-la ainda mais tornando quase qualquer um numa vítima fácil. Nos sonhos temos todo tipo de doença repugnante, lepras, micoses, vômitos, manchas em qualquer órgão, secreções, todas exageradas e inexplicáveis, em média sem a presença de dor mas extremamente repulsivas. No dia-a-dia temos um indivíduo com ânsias de vômito, hipersensibilidade olfactiva, gustativa e táctil.

Desespero: Essa é a favorita dos sem coração, desespero normalmente é utilizado contra pessoas frágeis e tendenciosas, e em supersticiosas. Durante o sono temos os afogamentos, cremação, dentes caindo, cabelos caindo, areia movediça, estar nu na frente da classe, ser pego roubando ou estando em qualquer situação que uma saída é algo inimaginável, e sempre DEMORA. Durante o cotidiano temos a paranóia e a preocupação excessiva com problemas triviais.

Orgasmo: Esse é velho conhecido de todo mundo que ouve falar de succubus. Sonhos "molhados", sexo, seja bonitinho ou sujo, sempre é o melhor sexo que você pode ter, tanto que você, homem, pode ter um orgasmo sem ejacular, pergunto quantos desses eu tive acordado. Nunca está ruim por pior que seja o que você está fazendo, sexo anal, oral, homossexual, zoofilia, incesto, pedofilia, não importa você SEMPRE vai estar gostando, e provavelmente vai ter um orgasmo no final. Na vida temos aquela libido incontrolável, pensamentos que não deveriam estar lá, no melhor dos casos coragem pra chegar naquela pessoa com a qual você sempre quis dar uma boa trepada, mas depois do ato a sensação é de vazio. Isso já aconteceu com você?

Preguiça: Esse não é bem uma condição normal, esse é quando você já está totalmente sob influência do verme. Em sonhos você vê todo tipo de decepção, todo tipo de situação em que você tem que ficar estático, ou simplesmente NÃO SONHA. Durante os dias você não terá a menor vontade de fazer nada, e tudo parecerá uma péssima idéia, sua auto estima vai pro saco, criatividade idem, depressão é um quadro quase lógico.

Esse é o máximo que esses vermezinhos podem alcançar, repare que nada ai é irreversível e que a maioria de vocês que está lendo já teve alguns dos sintomas, ou todos, vai saber. Os ataques por esse tipo de criatura são bem mais normais do que se pensa, até porque QUALQUER UM pode criar um verme, basta ter um pouco de prática.

Outra coisa que aflige 98% dos novos Ocultistas, o efeito Placebo.

Quando se declara a utilização de um verme, metade do potencial do pobrezinho é anulado, por que isso? Simples a memória trabalha contra o controle de mente, e o que o verme faz é isso, reparem que todos os sintomas são gerados diretamente pela MENTE, e essa deveríamos saber controlar. Logo se você SABE que algum idiota prometeu te atacar com um verme e você tem um sonho em que metade da sua perna está com uma craca marrom saindo vermezinhos verdes (é isso aconteceu comigo ontem) você durante o sonho já pára tudo e pensa "cara que merda, devo estar sendo atacado" e provavelmente tomará uma medida cabível.

Porém o contrário também serve de potencializador, se você cria um vermezinho de merda e anuncia pra vítima sua intenção, mesmo que o verme não fosse funcionar ele é impulsionado pelo pensamento da vítima, então lembrete: quando for atacar um idiota sonhador otherkin, sempre anuncie alto e em bom tom, mesmo que você erre, ou não faça nada o tiro irá acertar de uma forma ou de outra.

Fonte: Texto postado por Gigim, na comunidade Atos Negros no Orkut.













quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Ataque Astral em Sonhos

Para tentar elucidar isso vou tentar falar um pouco sobre ataques astrais de um modo amplo, assim evitando me apegar a detalhes de uma ou outra forma de atacar, até por que neste momento nosso foco é em como nossa mente pode interpretar esse ataque em forma de sonhos.

Dos Ataques em si

Inúmeras são as formas de ataques que existem, e há um sem fim de alternativas de técnicas que podem ser utilizadas para “criar” novos tipos de ataque. Mas normalmente temos em todo ataque alguns pontos em comum. Que pelo simples fato de coexistirem já produzem ataques, mesmo que de forma inconsciente, e esses fatores são:

Emoção (seja em níveis profundos como o ódio, ou simplesmente um elo emocional).

Intenção (isto também esta relacionado com emoção... pois é o desejo do que aconteça)

Foco ( é o próprio direcionamento dos itens anteriores)

Existem maneiras de atacar desde uma simples intenção, até complexos sistemas que envolvem fatores externos a um único ser, onde haveria interação com seres espirituais por exemplo.

Mas para exemplificar, tomemos como base um ataque simples de tudo, entretanto, relativamente potente: uma pessoa com ódio mas sem preparo algum para atacar efetivamente. Então... sabemos que os ataques terão maior intensidade durante os períodos de sono de quem esta atacando. Pelo fato de a mente trabalhar com maior capacidade durante o sono. Ondas de ódio serão enviadas ao alvo, que pode trazer isso a consciência por meio de sonhos, que podem envolver lutas corporais.

Da Defesa Psíquica

Defesa psíquica é um tema muito vasto, mas amos fazer aqui um pequeno resumo, em três princípios básicos que serão suficientes para demonstrar o que falhou caso um ataque do tipo que mencionei te atingir.

O princípio básico da defesa psíquica é: em corpo fechado, nada entra. Isso significa: se estivermos equilibrados (mentalmente, fisicamente, espiritualmente), nenhuma energia poderá penetrar nem influenciar a nossa saúde. Como se faz isso? Bem, cada um tem a sua forma de fazer. Na magia, aprendemos como funcionam os quatro elementos, como funciona o nosso corpo, a nossa mente, os ciclos da Natureza. Tudo isso faz parte, tudo isso influencia.

O segundo princípio é: força. Quando somos atacados psiquicamente, é porque estávamos vulneráveis e, dessa forma, ter força é realmente muito difícil. Mas é necessário. A recuperação depende disso.

O terceiro princípio é: tenha calma. Nada de sair por aí em desespero procurando professores ou mestres que desfaçam trabalhos ou coisas do tipo. De fato fazer isso complica ainda mais. Quanto mais nos envolvemos, maior fica a proporção da coisa toda. Mais importância estaremos dando ao fato, ou seja, nós mesmos estaremos “alimentando” isso.

A melhor coisa a fazer-se é tentar abstrair totalmente do assunto, esquecer, fazer coisas que nos façam feliz e tentar restabelecer a "barrinha de energia ao verde", voltar a ser saudável. Voltemos ao primeiro princípio: em corpo fechado, nada entra. E corpo fechado é corpo equilibrado. Buscar o equilíbrio é sempre a chave para qualquer problema, e com ataques espirituais principalmente.

Dos Sonhos

Sempre que dormimos ocorrem duas coisas... uma é o fato de que nos projetamos, mesmo que não se tenha consciência disso e outra, sonhamos também mesmo que não se tenha recordações. Grande parte do que é vivenciado por nós em projeções inconscientes é trazido à consciência por meio de sonhos.

Em grande parte das vezes tudo é trazido de forma simbólica, nossa mente cria imagens para interpretar interações energéticas, como por exemplo: sonhar com uma luta corporal pode significar a sua mente detectando um ataque energético.

Ao prestarmos mais atenção em nossos sonhos, inclusive mantendo um diário para quem quiser, vai nos familiarizando com essa simbologia, de modo que vamos naturalmente nos aproximando mais disto, podendo até chegar a ter sonhos lúcidos devido a proximidade com essa simbologia.

Considerações Finais

Ataques podem acontecer, mas somente te afetarão caso suas defesas psíquicas estiverem baixas, ou se você intencionalmente baixar essas defesas. Intencionalmente? Sim, isso mesmo. Um bom exemplo para isso é quando criamos um elo emocional com alguém... quanto maior for a intensidade desse elo, mais baixa vai estar sua defesa, por que somos condicionados a confiar em quem gostamos.

E caso um ataque realmente te acerte em cheio, não se desespere, não é o fim do mundo. Recupere-se, de forma tranqüila, sem histeria, sem alarmismo. Simplesmente cuide de você.

Thenebris






sexta-feira, 16 de julho de 2010

Onde Acontece a Magia

Quando falamos em rituais ou algo do tipo, podemos observar que de imediato as pessoas querem saber duas coisas que na verdade são secundárias, para não dizer dispensáveis.

1.       Quais materiais e símbolos vai precisar.
2.       Se funciona.

Mas como isso não importa? Simples e relativamente óbvio. Vamos por partes que assim fica mais simples de compreender do que eu estou falando.

Quando digo que os materiais não tem importância em um ritual, é porque o que faz a magia em si não é o material e sim seu operador, um cristal sozinho não fará nada, ele necessita ser preparado pelo seu dono, ele será limpo [intenção], energizado [intenção] e programado para determinada finalidade [foco]. Mas digo, o cristal na verdade é apenas o catalisador desta intenção/foco, que pode perfeitamente ser feita inteiramente em um processo mental, sem a utilização de quaisquer objetos. 

Tanto para pequenas práticas como para rituais mais complexos, isso é perfeitamente possível. Mas então se é possível para que aquela parafernália toda? No início é até bom se utilizar de alguns objetos, que servirão apenas para direcionar sua mente, ou em rituais em grupo, onde nem todos possuem o mesmo grau de entendimento de como a magia acontece.

 Se observarmos atentamente, cada objeto utilizado em um ritual possui determinadas características mágicas atribuídas a ele, que serão ativadas em sua mente toda vez que você utilizar esse objeto. Isso quer dizer que esse é o poder do objeto? Não, simplesmente quer dizer que sua mente se condiciona a ativar certas capacidades ao utilizar determinados objetos mágicos, nada além disso.

Mas e os objetos amaldiçoados? Funcionam da mesma maneira, o poder não vem do objeto e sim de quem o amaldiçoou, o objeto é apenas um recipiente, um link para que a Vontade do ocultista se cumpra.

Muito bem, até aqui podemos compreender que a mente irá direcionar todo um trabalho em magia, que irá direcionar a Vontade. Ou seja a mente te da o foco, e sua vontade irá dar a potência ao ato, essa potencia vem de suas emoções, ou do coração para alguns. Por isso os rituais de amor e de ódio costumam apresentar resultados mais rápidos e intensos que os motivados por outros sentimentos. O foco pode até ser muito bom, mas sem Vontade nada feito, já uma enorme Vontade sem foco, acaba é bagunçando a vida da pessoa, pois irá gerar grandes quantidades de energia desordenada, que com certeza irá se agregar a tudo e todos a sua volta.

Agora, por que se perguntar se funciona é dispensável? Aliás, não só dispensável, mas também podemos dizer indesejável. Pois o simples fato de nos perguntarmos se funciona, já coloca uma negativa no ato, isso fica gravado em sua mente, e irá repercutir durante o ritual, de forma que você estará trabalhando sem um foco adequado.

Para transpor essa barreira, você deve alimentar o seu Ego, não o ego mundano e sociável, mas sua identidade Espiritual, seu Ser, seu Self. Assim com o tempo você se torna superior a esse tipo de dúvida, e portanto com um maior potencial aos atos mágicos.

Thenebris
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